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Em uma linha de montagem, a busca pela melhoria contínua de processos é um desafio constante, mas os métodos para tornar essa filosofia uma realidade nem sempre são claros. Afinal, o que de fato significa melhoria contínua? Como fazer e por onde começar a colocá-las em prática?

REDUÇÃO DE GARGALOS E BALANCEAMENTO DE LINHA

A busca por excelência muitas vezes se perde na expectativa de “melhorar tudo” sem um foco de ação claro. Em uma linha de montagem, os recursos restritivos de capacidade são conhecidos como gargalos. A estação mais lenta sempre vai determinar o ritmo e o volume da produção final.

Neste caso, a melhoria contínua deve buscar reduzir ao máximo esses gargalos: se a linha estiver balanceada, com o mesmo tempo de tacto em todas as estações de montagem, então o sistema será perfeito e não haverá nada mais a ser melhorado.

Por esse raciocínio, uma hora ganha em um recurso-gargalo é uma hora ganha para o sistema global.

Assim, a estratégia operacional precisa envolver métodos, planejamento e definição dos indicadores de desempenho e custo, buscando a otimização de todo o processo de forma a evitar gargalos e ter um balanceamento adequado da capacidade.

PRODUZIR MAIS, EM MENOS TEMPO E COM MENOS ERROS

Qualquer tentativa de melhoria contínua de processos em uma linha de montagem precisar estar baseada em três princípios: produzir mais, em menos tempo e com menos erros.

Algumas vezes isso pode ser alcançado simplesmente usando os recursos disponíveis de forma mais inteligente, sem injeção de investimento adicional de capital.

O caminho é maximizar os processos explorando todos os recursos que as ferramentas dispõem, sempre assegurando os melhores padrões de desempenho, segurança e respeito ao meio ambiente.

Uma ferramenta que não entrega o potencial prometido, por exemplo, nem sempre é um problema a ser resolvido com substituição: ela pode estar sendo apenas manuseada incorretamente.

Assim, é fundamental auditar minuciosamente todo o processo. Em grandes operações, pequenos detalhes que passam despercebidos podem gerar enormes perdas financeiras.

VISÃO INTEGRADA: MELHORIA CONTÍNUA NA PRÁTICA

Nesse cenário, mais do que mudar estruturas e sistemas ou implementar novas práticas e estratégias, o grande desafio é não apenas atacar sintomas, mas buscar as causas sistêmicas e profundas dos problemas.

Por maior que seja a competência da equipe de engenharia, no entanto, a convivência e o costume com determinados processos podem formar um olhar “viciado”, com capacidade limitada de identificar oportunidades de melhoria.

Para ajudar as indústrias a lidar com esse problema, a Atlas Copco desenvolveu uma solução de otimização de processos.

Aliando o conhecimento técnico em processos de aperto e montagem às experiências obtidas em plantas de alta tecnologia em todo o mundo, os técnicos da empresa possuem uma expertise diferenciada em detecção de causas para garantir a melhoria contínua na prática.

Depois de analisar minuciosamente o processo, ajudamos a selecionar as ferramentas mais adequadas e assegurar a melhor configuração dos equipamentos e circuitos.

Depois, avaliamos as operações e desenvolvemos uma estratégia de operação compatível com os objetivos e metas de produção.

Essa busca não deve ser um esforço momentâneo: trata-se de um processo dinâmico e contínuo de mudança.

Por isso, este serviço não atende só uma demanda específica. Colocamos nossos técnicos à disposição para a observação sistemática e prolongada da produção para garantir a melhoria contínua de processos, formando uma importante parceria de negócios.

QUER ENTENDER COMO A OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS PODE MAXIMIZAR SUA CAPACIDADE DE PRODUZIR MAIS, EM MENOS TEMPO E COM MENOS ERROS? FALE COM NOSSOS ESPECIALISTAS!

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